O território oferece as mais diversas opções para aprender com a natureza, a terra e as pessoas
Polo de Ecoturismo de São Paulo, 27 de abril de 2026 – A atividade turística possibilita a interação com diferentes realidades e contribui para o desenvolvimento social, humano e sustentável dos destinos e de seus visitantes. O turismo pedagógico é a modalidade de turismo caracterizada pelas atividades de ensino-aprendizagem, que extrapolam o espaço físico tradicional de ensino. Em São Paulo, os estudos do meio ganham novas possibilidades por meio de vivências que complementam o conteúdo escolar e enriquecem o processo de aprendizagem – lembrando que amanhã, dia 28 de abril, é o Dia Mundial da Educação. A cidade já é consagrada como um destino de turismo pedagógico por seu perfil histórico e cultural, oferecendo experiências relevantes para estudantes de todas as idades — da educação infantil ao ensino superior, contribuindo para a fixação do conteúdo aprendido em sala de aula, além de ampliar a visão de mundo ao interagir com outras realidades. As escolas estão descobrindo que o turismo pedagógico na cidade também pode acontecer quando o assunto é natureza, meio ambiente, sustentabilidade e educação ambiental.
A atuação da Prefeitura de São Paulo, por meio da Coordenadoria para Cooperação do Desenvolvimento Sustentável da Secretaria Municipal de Relações Internacionais, está comprometida no objetivo de gerar emprego e renda para os pequenos empreendedores da região, além de estimular o crescimento de uma modalidade de turismo associada ao desenvolvimento sustentável e à pedagogia, desenvolvendo uma série de ações para a consolidação do Polo como um produto de turismo de qualidade, em especial com o enfoque do turismo pedagógico. A secretária de Relações Internacionais da capital, Angela Vidal Gandra Martins, explica que: “No território, os estudantes podem agregar conhecimentos sobre agroecologia, compostagem, biologia, botânica,
- Trilhas de até 1km, nas quais explicam o modo de vida guarani, sua relação com a mata e curiosidades da flora e da fauna;
- Palestra sobre a cultura guarani: sua história, aspectos da vida comunitária e a espiritualidade guarani;
- Apresentação do coral de crianças da aldeia, acompanhada de mbaraka (violão guarani) e rave’i (rabeca guarani);
- Degustação da comida tradicional à base de variedades de milho, batata doce e outros produtos regionais;
- Jogos e brincadeiras guaranis: competições com guyrapa (arco e flecha), danças do xondaro (guerreiro guarani) e tangara – danças em que são testadas sobretudo a resistência e as habilidades de esquiva dos participantes.
- Mata Atlântica;
- Biodiversidade;
- Trilhas;
- Áreas de contemplação;
- Reservatórios aquíferos;
- Animais silvestres;
- Birdwatching.
Já nos sítios agroecológicos, o aprendizado vem da terra: com a colheita de legumes, frutas e verduras, lições sobre cultivo, PANCs (plantas alimentícias não convencionais), raízes, plantas medicinais, produção orgânica biodinâmica certificada, resgate da cultura alimentar, sustentabilidade, processo de adubagem e fertilização natural do solo, reaproveitando de recursos naturais e quais os segredos para uma produção orgânica, saudável e que respeita a natureza e seus ciclos. “A gente precisa promover essa consciência ambiental. Turismo rural é uma das nossas vertentes. O turismo rural pedagógico é o que a gente ama fazer”, confessa Albert Sassaki, do Sítio Nossa Vida. Todo esse conhecimento pode ser adquirido nos sítios:
Outro aprendizado do território é sobre as abelhas. O Meliponário Mondury é especi
Os sabores da Mata Atlântica também são atrativos gastronômicos da região. Marlene Pereira, do premiado Restaurante da Marlene, comenta que a agenda anda cheia de estudantes de Gastronomia e Nutrição, que a procuram para saber os segredos do uso do cambuci e de outros frutos regionais. “Ficamos muito felizes em receber alunos do Senac e de outras instituições que estão muito interessados nos pratos que desenvolvemos aqui no território”, comemora Marlene. Outro atrativo especializado nas frutas nativas é o Recanto Magini, que comercializa geleias, patês, molhos, cachaças artesanais e diversos outros derivados das frutas nativas da Mata Atlântica, como o araçá, a juçara, a grumixama,
Sobre o Polo de Ecoturismo de São Paulo
O Polo de Ecoturismo de São Paulo se encontra na área mais verde da cidade, delineado pelas Áreas de Proteção Ambiental Capivari-Monos e Bororé-Colônia, e está em consonância com uma política de proteção e expansão das áreas verdes. Com áreas destinadas a atividades sustentáveis, como sítios de produção orgânica certificada e diversos empreendedores que fazem produtos feitos com frutos típicos da Mata Atlântica. Os Parques Naturais Municipais presentes na região são uma alternativa para visitantes em busca de contato com a Mata Atlântica.
O Polo é um território extenso, que ocupa cerca de 28% da área do município. É subdividido em três distritos, sendo Parelheiros e Marsilac na Subprefeitura de Parelheiros, e um trecho do distrito de Grajaú, parte da Subprefeitura de Capela do Socorro, com destaque para o bairro da Ilha do Bororé.
A região possui uma grande importância e riqueza ambiental. Ao longo dos mais de 400km² de extensão, encontram-se importantes unidades de conservação, como áreas de preservação ambiental, parques naturais, reservas particulares de patrimônio natural, além da Terra Indígena Tenondé Porã. Parte da extensão do Polo é definida como zona rural.
Em toda essa extensão territorial é possível encontrar atrações, como cachoeiras de águas cristalinas, sítios agroecológicos, patrimônio histórico e importantes marcos culturais da cidade.
Site do Polo
Acesse www.polodeecoturismosp.com para saber mais.
Redes sociais do Polo
Encontre o Polo de Ecoturismo usando o endereço @polodeecoturismosp n






