Turismo musical: levantamento da Nomad mostra por que acompanhar turnês no exterior pode ser mais viável do que no Brasil

Custos logísticos internos e ingressos inflacionados impulsionam viagens internacionais focadas em shows; levantamento da marca aponta atrações de peso nos EUA e na Europa e ensina como planejar os gastos.

São Paulo, 28 de setembro de 2026 – Passar horas em uma fila virtual apenas para descobrir que os ingressos esgotaram ou que restam apenas setores com valores exorbitantes tornou-se a rotina dos fãs brasileiros. Com a inflação dos setores premium para compensar a defasagem da meia-entrada e a altíssima demanda por voos domésticos, o custo de viajar para assistir a um grande show no Brasil subiu de forma expressiva. Diante desse cenário, a Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais para brasileiros, aponta que o mercado internacional se transformou em um concorrente direto e, muitas vezes, mais vantajoso.

Relatórios da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos) e o panorama Mapa dos Festivais/Serasa apontam que a forte concentração de megashows no Sudeste gera uma barreira geográfica cara, mais de um terço dos fãs brasileiros precisa gastar acima de R$ 1.000 apenas com logística nacional. Na ponta do lápis, o combo de voo e ingresso premium no Brasil frequentemente empata ou supera os custos de assistir ao mesmo artista em destinos como Nova York, Las Vegas, Lisboa ou Barcelona.

Enquanto o fechamento anual da Pollstar mostra que o ingresso médio global das 100 maiores turnês fica na casa dos US$ 135, o Estudo de Tendências Globais de Viagens da Visa revela que 73% dos brasileiros já planejam viagens internacionais motivados por shows.

“Além do fator financeiro, a infraestrutura entregue lá fora justifica o planejamento. O transporte público costuma ser integrado aos portões das arenas, garantindo um escoamento fluido e segurança, sem depender de transportes privados de alto custo”, explica Bruno Guarnieri, CRO da Nomad. “A dificuldade de conseguir entradas no Brasil, somada à facilidade de planejamento financeiro promovida pela conta global que permite ao viajante converter seu saldo para dólar ou euro de forma antecipada, é o incentivo exato para o brasileiro organizar suas férias em torno de um grande show.”

O roteiro global das grandes turnês no fim de 2026

Muitas produções globais restringem suas rotas ao Hemisfério Norte devido aos altos custos logísticos de transporte de palco. Para quem deseja unir turismo e entretenimento nos próximos meses, o cenário nos Estados Unidos e na Europa está aquecido:
Turnês nos Estados Unidos

  • Harry Styles: O astro britânico domina a agenda de Nova York com a grandiosa turnê Together Together, realizando uma residência histórica de 30 shows no Madison Square Garden, além de datas na Europa para 2027.
  • Metallica: A banda realiza a aguardada residência Life Burns Faster na inovadora arena Sphere, em Las Vegas, com apresentações estendendo-se de 1º de outubro a 7 de novembro.
  • The Chicks: A turnê comemorativa de 20 anos (Taking The Long Way Anniversary Tour) passa por diversas arenas americanas e encerra com três noites consecutivas no Dolby Theatre, em Hollywood, em novembro.
  • Doja Cat: Continua viajando com a sua Ma Vie World Tour, com uma intensa agenda norte-americana cobrindo outubro e novembro.
  • Pop e alternativo na Califórnia: O outono americano recebe grandes shows (em arenas como SAP Center e Oakland Arena), incluindo apresentações de The Smashing Pumpkins, Teddy Swims, Tyla, Katseye e Jonas Brothers ao longo de novembro.

Turnês na Europa

  • Muse: Uma das maiores turnês de rock do período. A banda se apresenta em arenas gigantes como a Co-op Live (Manchester), The O2 (Londres), Uber Arena (Berlim), Paris La Défense Arena (Paris) e Ziggo Dome (Amsterdã) durante o mês de novembro.
  • Fuerza Regida: O grupo de música regional mexicana leva sua turnê de grande porte ao continente europeu entre 3 de outubro e 3 de novembro.
  • Backstreet Boys e Cat Power: Ambos os artistas têm shows agendados por países como Alemanha, Finlândia, Holanda, França e Suíça ao longo de outubro.

Planejamento financeiro: como viabilizar a jornada musical

O sucesso dessa jornada depende de antecipação. A regra de ouro recomendada pelos especialistas da Nomad é dividir as etapas de compra para não comprometer todo o orçamento no mesmo mês. Garanta o ingresso primeiro, busque os voos meses antes e feche a hospedagem com antecedência.

Para quem tenta comprar ingressos em plataformas estrangeiras, o uso do cartão de crédito convencional costuma ser um vilão silencio. Bancos tradicionais aplicam o dólar turismo (cotação menos favorável que o comercial), somado a encargos adicionais elevados.

Sobre a Nomad

Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros. Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior. O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).

Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção. Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.

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