Como parte das celebrações do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, o Salvador Bahia Airport, membro da rede VINCI Airports, realiza, no dia 30 de junho, o Festival do Orgulho 2026: Arte, Música e Diversidade. A programação reúne apresentações musicais voltadas aos passageiros, visitantes e comunidade aeroportuária, transformando o terminal em um espaço de celebração da diversidade.
Realizada com a curadoria e em parceria com o Instituto Afetto, a iniciativa valoriza artistas LGBTQIAPN+ da Bahia, ampliando a visibilidade de quem produz e fortalece a cultura baiana. O projeto abre espaço para reflexões sobre respeito, pertencimento e autenticidade, e reforça o compromisso do aeroporto com uma cultura de inclusão que reconhece e celebra a diversidade de vozes.
As apresentações musicais acontecem na Praça de Alimentação do terminal, das 12h às 13h30, e contam com a participação da cantora Manu e do músico Chico Sanfoneiro.
“Todos os dias, milhares de pessoas passam pelo aeroporto, que é um espaço de encontros, conexões e convivência.
Por isso, promover mais uma edição do Festival do Orgulho é uma forma de dar visibilidade a artistas LGBTQIAPN+ da Bahia e valorizar as diferentes vozes que contribuem para a riqueza cultural do nosso estado.
É uma iniciativa que já faz parte do nosso calendário e reforça nosso compromisso com a inclusão, o respeito e a celebração da pluralidade”, afirma Daniela Franco, gerente de Comunicação do Salvador Bahia Airport.
“A promoção da diversidade não se constrói apenas em datas simbólicas. Ela se fortalece quando passa a integrar a cultura institucional, os processos de formação, as práticas de gestão e as experiências vividas diariamente pelas pessoas.
O Festival do Orgulho traduz esse compromisso ao promover a valorização de artistas LGBTQIAPN+ e ampliar o diálogo com passageiros, colaboradores(as) e parceiros(as).
Ao longo dos últimos anos, temos acompanhado o empenho da VINCI Airports em transformar esse tema em uma agenda permanente, por meio de ações de sensibilização, formação de equipes e iniciativas voltadas à inclusão. O Festival encerra a programação do mês de junho, mas representa um trabalho que continua ao longo de todo o ano”, destaca Suzana Coelho, CEO do Instituto Afetto e responsável pela curadoria da ação.