Especialista explica como planejamento, trabalho durante os estudos e escolhas estratégicas podem tornar o intercâmbio mais acessível.
De acordo com a Pesquisa Selo Belta, os intercambistas brasileiros investiram em média US$ 8.283 (cerca de R$ 46.219) para realizar o sonho de estudar em outro país. Embora o investimento possa parecer elevado, Renata Barbalho, CEO da Espanha Fácil, assessoria especializada em intercâmbio e imigração, explica que existem estratégias que ajudam a viabilizar o projeto, como planejamento financeiro, escolha adequada do destino e busca por oportunidades de trabalho durante a experiência no exterior.
“Quando vemos os custos em euro ou dólar, o valor pode parecer alto, mas é importante não esquecer que, durante o intercâmbio, é possível conciliar os estudos com o trabalho, recebendo na moeda local para ajudar a custear a experiência. Além de contribuir para as despesas do dia a dia, essa oportunidade permite ao estudante desenvolver habilidades profissionais e ampliar a vivência cultural no país de destino”, explica a executiva, que reuniu três dicas para tornar o intercâmbio uma experiência mais acessível.
Três dicas para um intercâmbio acessível antes e depois do embarque
Escolha países que permitem trabalho: Segundo a Pesquisa Selo Belta 2026, 25,8% dos entrevistados afirmam que pretendem estudar e trabalhar durante a estadia em outro país, percentual superior ao dos que desejam se dedicar exclusivamente aos estudos (20%). Para Renata Barbalho, além de enriquecer o currículo, a experiência profissional pode ajudar a custear o próprio intercâmbio. No entanto, é importante escolher países que permitam essa prática, e, se possível, aqueles que liberam mais horas de trabalho para estudantes.
“Muitos países permitem que estudantes internacionais trabalhem durante o período de estudos, mas nem todos oferecem uma carga horária que possibilite uma renda significativa. Se o objetivo é ajudar a custear a experiência, destinos como a Espanha são a melhor escolha. No país, a jornada de trabalho tradicional é de 40 horas semanais, e os estudantes podem trabalhar até 30 horas, com uma remuneração próxima à de um trabalhador em regime formal. Dessa forma, é possível contribuir com as despesas do intercâmbio e também aproveitar o período para investir em experiências turísticas”, destaca.
Não espere chegar para aprender o idioma: A especialista destaca que não é necessário desembarcar no país com fluência, já que o próprio intercâmbio tem como objetivo proporcionar o aprendizado da nova língua. No entanto, para quem pretende buscar uma oportunidade profissional ainda no início da estadia, chegar com algum nível de proficiência pode fazer diferença.
“Essa é uma dica que eu sempre dou: se você quer chegar e conseguir um emprego, estude o idioma antes de embarcar. Hoje, cursos de espanhol voltados para a internacionalização, como o que disponibilizamos online, podem abrir portas para diversas oportunidades de trabalho na Espanha, pois, além do conteúdo básico, abordam as diferenças regionais do país. O espanhol falado em Madri, por exemplo, tem características diferentes do usado na Catalunha”, explica.
Cuidado na escolha da moradia: Renata aconselha pesquisar com atenção os custos de moradia, não apenas com o aluguel, mas o orçamento total. “Some renda mensal, contas, transporte, internet e eventuais despesas do condomínio que possam ser atribuídas ao inquilino por escrito. Tanto para quem vai alugar quanto para quem busca moradias estudantis, contar com um assessoria imobiliária pode economizar tempo e dinheiro, além de evitar golpes. Nesse serviço, a equipe busca opções conforme localização, características e orçamento, negocia com agência ou proprietário, orienta sobre as condições online e revisa o contrato para o inquilino, é um investimento que pode evitar muita dor de cabeça”, conta.
Renata ainda aconselha sobre a importância de uma assessoria de intercâmbio para formatar a viagem de acordo com os interesses e necessidades de cada um. A profissional acrescenta que, na hora de fechar um pacote, é preciso ter certeza de que o curso escolhido permite o visto de trabalho, entre outros pontos. Mais do que intermediar cursos, o papel da assessoria é garantir que todo o processo seja realizado de forma segura, clara e em conformidade com a legislação do país, enfatiza a CEO da Espanha Fácil.
Sobre a Espanha Fácil
Fundada em 2007 por Renata Barbalho, a Espanha Fácil é referência para brasileiros que desejam realizar o sonho de morar legalmente na Espanha.
Credenciada pelo Governo Espanhol e com o selo de qualidade concedido pelo Ilustre Colégio de Gestores Administrativos de Madrid, a empresa oferece mais de 175 serviços personalizados e conta com uma equipe de mais de 100 especialistas e uma impressionante taxa de aprovação de 99% nos processos de vistos e de nacionalidade, que resultaram em mais de 150 mil clientes satisfeitos.
Desde o primeiro passo até a obtenção da cidadania, a Espanha Fácil cuida de todos os detalhes, tornando o processo de imigração simples e seguro, ajudando seus clientes a realizarem o sonho de viver na Espanha com tranquilidade.




