Até agosto de 2026, o número de novos estudantes acima dos 50 anos cresceu 25%, e essa demanda e interesse continuarão aumentando
O intercâmbio está mudando de perfil. Se durante décadas estudar no exterior esteve fortemente associado ao aprendizado de um novo idioma e ao público jovem, hoje a experiência internacional começa a ocupar um espaço diferente: o de ferramenta de desenvolvimento profissional, formação acadêmica, realização pessoal e conquista de autonomia em diferentes fases da vida.
Nesse movimento, o público com mais de 50 anos vem ganhando espaço. Aos 50, o intercâmbio pode representar uma oportunidade de dar um novo impulso à carreira, fazer um mestrado ou MBA, aprimorar um idioma ou finalmente realizar uma experiência internacional que ficou adiada por outras prioridades. Aos 60, 70 anos ou mais, a motivação pode ser diferente: depois de décadas de trabalho e responsabilidades, muitas pessoas passam a colocar na agenda projetos pessoais, viagens, novas descobertas e o desejo de conquistar mais independência para conhecer o mundo.
A mudança acompanha uma transformação no próprio comportamento da população madura. Com mais estabilidade financeira e maior expectativa de vida, pessoas que durante anos priorizaram carreira, família e outras responsabilidades começam a resgatar planos que haviam ficado para depois.
Para esse público, aprender uma nova língua é apenas uma parte da experiência. O intercâmbio passa a ser também uma oportunidade de estabelecer novas conexões, conhecer outras culturas e desenvolver habilidades que podem ser levadas para diferentes áreas da vida.
“Decidi fazer o intercâmbio aos 54 anos porque queria conhecer melhor um destino na Europa e vivenciar minha carreira de uma maneira diferente, com foco em realizar conexões-networking. Quando você está ali, estudando, convivendo com pessoas de outros países e descobrindo novos lugares, percebe que nunca é tarde para aprender e, principalmente, para realizar aquilo que sempre desejou.
São novos olhares, até no âmbito profissional, mas que agora ganham um significado completamente diferente. Tudo é novo. Você tem mais coragem, mais foco e mais vontade. E percebe que ainda dá tempo de fazer muita coisa: estudar, viver novas experiências e dar muita risada, só que agora em um novo idioma”, relata Cristina Ribeiro, empresária.
No caso de profissionais acima dos 50, a experiência internacional pode estar relacionada a uma estratégia de reposicionamento ou atualização de carreira. Para quem já deixou o mercado de trabalho, pode representar uma nova forma de ocupar o tempo, ampliar a autonomia e continuar aprendendo.
Neste cenário encontra-se um público mais exigente, que busca qualidade, qualificação e experiências pensadas para sua faixa etária. Muitas vezes, são pessoas que não querem estudar junto com outras gerações, mas desejam estar em ambientes onde possam fazer networking, trocar experiências e se conectar com aqueles que tenham interesses e momentos de vida semelhantes.
É um público que chega mais seguro de si, sem a mesma timidez e sem medo de errar, justamente porque quer aproveitar cada momento e viver essa experiência de forma absolutamente completa.
“Países como EUA, Inglaterra, e ainda, a Europa como um todo são grandes polos de interesse desse público, onde temos observado um crescimento dessa procura nos últimos anos, acompanhando uma mudança no comportamento de pessoas que passaram a enxergar o intercâmbio não apenas como uma experiência ligada à juventude, mas como uma possibilidade de aprendizado, autonomia, descoberta e realização em diferentes fases da vida.
A CI Intercâmbio está conectada a esse novo movimento que também vem se refletindo em números. Até agosto de 2026, o número de novos estudantes acima dos 50 anos cresceu 25%, e acreditamos que essa demanda e interesse continuarão aumentando.
Por isso, a CI, junto com suas escolas parceiras ao redor do mundo, vem endossando esse movimento e trabalhando para criar cada vez mais oportunidades de cursos de idiomas no exterior voltados para quem quer viver uma experiência de intercâmbio depois dos 50 anos. Afinal, intercâmbio não tem idade”, destaca Celso Garcia, Co-CEO e fundador da CI Intercâmbio.
Sobre a CI: Com 38 anos de história, a CI Intercâmbio, líder do setor na América Latina, já embarcou mais de 900 mil brasileiros e, é referência em educação internacional, oferecendo suporte completo desde o planejamento até o embarque. www.ci.com.br




