Cinco mitos sobre seguro-viagem que ainda fazem muitos brasileiros viajarem desprotegidos

Com a chegada dos feriados prolongados do segundo semestre, milhares de brasileiros começam a organizar viagens pelo país e para o exterior. Mesmo assim, um dos itens mais importantes do planejamento continua sendo deixado de lado: o seguro-viagem.

Especialistas alertam que muitas pessoas ainda baseiam sua decisão em informações equivocadas, aumentando o risco de enfrentar despesas inesperadas durante o passeio.

Confira os cinco mitos mais comuns.

Mito 1 — “Só preciso contratar seguro se o país exigir.”

Essa é uma das crenças mais comuns. Mesmo em destinos onde o seguro não é obrigatório, imprevistos acontecem. Uma emergência médica, um acidente ou o extravio da bagagem podem gerar gastos elevados e comprometer toda a viagem.

 

Mito 2 — “Viajar pelo Brasil dispensa seguro.”

O seguro também pode ser um importante aliado em viagens nacionais. Além da assistência médica em determinadas situações, muitas apólices oferecem cobertura para cancelamentos, bagagem, traslado, assistência jurídica e outros serviços que podem evitar transtornos.

 

Mito 3 — “Sou jovem e saudável, então não preciso.”

Problemas de saúde, acidentes, intoxicações alimentares, torções, quedas ou até atrasos de voos podem acontecer com qualquer pessoa, independentemente da idade. O seguro oferece suporte para situações que fogem completamente do planejamento.

Mito 4 — “O seguro do cartão de crédito resolve tudo.”

Nem sempre. Muitos cartões oferecem cobertura apenas mediante o cumprimento de regras específicas, além de apresentarem limites de indenização, restrições de idade, tempo de permanência e tipos de cobertura. Ler as condições antes da viagem é essencial.

Mito 5 — “Seguro-viagem é caro.”

Na prática, o custo costuma representar menos de 3% do valor total da viagem. Em comparação às despesas que um atendimento médico ou um imprevisto podem gerar, trata-se de um investimento relativamente baixo para garantir tranquilidade durante todo o período da viagem.

Rafael Turra, foto divulgação.

“O mais importante é entender e assumir que segurança faz parte do roteiro”, diz Rafael Turra, especialista do setor e diretor da Vitalcard, pioneira no mercado brasileiro de seguro-viagem online e uma das empresas do Grupo Schultz

O executivo reforça que, seja para uma viagem em família, uma aventura, uma viagem corporativa, um intercâmbio ou uma escapada de fim de semana, incluir o seguro no planejamento é uma forma de proteger não apenas o investimento feito na viagem, mas também a experiência de quem deseja aproveitar os dias de descanso com mais tranquilidade. Neste sentido e inclusive em casos de doença preexistente, quando há agudização (evento ligado à doença preexistente), o seguro oferecido pela Vitalcard dá atendimento.

“Especialmente considerando o calendário de viagens do segundo semestre que, para além das férias de julho, tem os feriados de 7 de Setembro, 12 de Outubro, 2 de Novembro e 20 de Novembro se aproximando, a recomendação é simples: antes de fazer as malas, inclua o seguro-viagem na lista de prioridades”, diz o executivo.

 

Sobre a Vital Card

Lançado em 2000 e posicionado como primeiro web-seguro do Brasil, uma das empresas Schultz, a Vital Card tem o foco exclusivo na proteção do viajante. Sua experiência em mais de duas décadas já protegeu a viagem de mais de 10 milhões de viajantes.

Vendido por mais de 12 mil agências de viagens e corretoras de seguros, oseguro-viagem Vital Card traz um plano completo com mais de 20 coberturas, garantindo simplicidade e tranquilidade ao viajante. Mais informações estão disponíveis no site.

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