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terça-feira, junho 16, 2026
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Chile atrai quase 800 mil brasileiros, mas gastos médicos ainda pegam turistas de surpresa

Consultas para turistas podem ultrapassar R$ 500, enquanto emergências e internações elevam ainda mais os gastos da viagem

O Chile segue em alta entre os brasileiros que buscam aproveitar o inverno e conhecer a neve sem sair da América do Sul.

Segundo dados da Subsecretaria de Turismo do Chile, o país recebeu mais de 787 mil turistas brasileiros em 2025, um crescimento de aproximadamente 62% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como seu principal mercado emissor de visitantes.

Com destinos como Santiago, Valle Nevado, Farellones e Portillo entre os mais procurados, o país se tornou uma das principais opções para quem deseja viver experiências de inverno sem enfrentar longas viagens e os custos mais elevados de destinos europeus ou norte-americanos.

No entanto, enquanto muitos viajantes se preocupam com passagens, hospedagem e roupas adequadas para o frio, poucos consideram os custos de eventuais imprevistos durante a viagem.

Acidentes em atividades na neve, quedas, torções, problemas respiratórios causados pelo frio intenso ou até episódios relacionados à altitude estão entre as ocorrências mais comuns durante a temporada.

Segundo Fernando Bertasson, Vice-Presidente e Diretor de Negócios da Ciclic, empresa BB Seguros, esse é um dos pontos que costuma passar despercebido pelos turistas.

“Quando pensamos em uma viagem para a neve, normalmente a atenção fica voltada para os passeios, equipamentos e hospedagem. Mas é justamente nesse tipo de viagem que pequenos acidentes podem acontecer com mais frequência, especialmente para quem está tendo o primeiro contato com esportes de inverno ou regiões de altitude”, afirma Bertasson.

O seguro viagem pode evitar gastos inesperados em situações relativamente comuns durante uma viagem de inverno. Levantamentos do setor apontam que uma consulta médica para turistas em clínicas particulares chilenas pode ultrapassar o equivalente a R$ 500, enquanto atendimentos de emergência, exames e internações podem elevar os custos da viagem.

Vale destacar que, no seguro da Ciclic, a prática de esportes de inverno (de forma amadora) possui cobertura quando praticada em pistas e/ou locais regulamentados e autorizados.

Mas além dessa assistência médica, o seguro também pode oferecer cobertura para extravio de bagagem, um dos transtornos mais comuns em períodos de alta temporada.

Para quem embarca para destinos de inverno, a perda de uma mala pode significar não apenas a falta de roupas pessoais, mas também de casacos, luvas, botas e outros equipamentos essenciais para enfrentar as baixas temperaturas. O seguro pode ainda oferecer suporte em casos de atrasos de voo.

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