Além do verão: Florianópolis cresce como destino de trilhas, gastronomia e experiências

Dados da Civitatis mostram crescimento de 15% no número de viajantes em Florianópolis; trilhas, roteiros açorianos e bate-voltas pelo Vale Europeu ampliam o apelo da ilha para além do verão

São Paulo, 17 de junho de 2026 – Quem pensa em Florianópolis logo imagina praias lotadas de verão. Mas os dados da Civitatis, plataforma de reserva de atividades e experiências presente em mais de 160 países, mostram que o destino cresceu 15% em maio de 2026 na comparação ano a ano, época já voltada para destinos de natureza, gastronômicos e culturais.

O dado mostra que o viajante que escolhe Florianópolis não quer mais apenas sol e mar. Trilhas pela Mata Atlântica, esportes aquáticos, cultura açoriana e roteiros pelo interior catarinense ganham espaço justamente nos meses mais frescos, quando caminhar e explorar a natureza fica ainda mais agradável.

“Florianópolis tem um potencial enorme que vai muito além da praia. As trilhas, a cultura açoriana, a gastronomia e os roteiros pelo interior fazem da ilha um destino completo, que funciona o ano inteiro, inclusive no inverno, época ideal para quem quer encarar uma caminhada ou descobrir o lado cultural do destino”, afirma Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis no Brasil.
O que fazer em Florianópolis além das praias?

A ilha guarda dois mundos que a maioria dos visitantes não chega a ver. O primeiro é natural: trilhas que atravessam a Mata Atlântica e chegam a praias completamente isoladas, acessíveis só a pé. O segundo é histórico: um litoral oeste moldado pela colonização açoriana, com vilarejos de pescadores, ostras cultivadas na baía e uma arquitetura que lembra o interior de Portugal.

Para quem gosta de caminhar, a Trilha pelo Parque Natural da Lagoinha do Leste é o percurso mais recompensador da ilha: seis quilômetros de nível difícil que sobem até a Pedra do Surfista (um dos cartões-postais mais fotografados de Florianópolis) e descem até uma praia de areia branca sem nenhuma infraestrutura, onde tucanos e orquídeas cara-de-palhaço aparecem no caminho.

Trilha do Gravatá oferece uma versão mais acessível do mesmo espírito: 3,5 quilômetros de dificuldade moderada até uma praia escondida entre a Joaquina e a Mole, com piscina natural e um mirante com vista para o oceano encontrando as montanhas, um lugar que, segundo os moradores, nem todo florianopolitano conhece.

Quem prefere o mar sem precisar caminhar encontra na Ilha do Francês outra Florianópolis: uma área natural protegida no litoral norte, sem bares nem restaurantes, onde o roteiro de caiaque, snorkel e stand up paddle garante horas de desconexão total em águas que variam do azul-turquesa ao verde-esmeralda.

Já a Trilha pela Costa da Lagoa conecta natureza e cultura de um jeito único: sete quilômetros pela beira da Lagoa da Conceição levam a uma comunidade de pescadores acessível apenas a pé ou de barco, passando por um engenho de farinha tradicional ainda em funcionamento e por uma cachoeira no meio da mata. O retorno é de barco, com a lagoa inteira a bordo.

O lado açoriano aparece com mais força no litoral oeste. O tour gastronômico por Santo Antônio de Lisboa passa por fazendas de ostras, csarões coloniais pintados em tons pastel e cinco paradas gastronômicas com cachaça artesanal, frutos do mar e o pôr do sol na baía como cenário. No centro da cidade, o tour gastronômico por Florianópolis parte do Mercado Público e percorre feiras e padarias onde a herança açoriana, a influência alemã e a cozinha brasileira se misturam em pão de queijo, brigadeiro, cuca e cachaça de jambu.

E para quem quer ir além da ilha, a excursão a Blumenau e Pomerode leva ao coração do Vale Europeu em menos de duas horas: cidades com arquitetura enxaimel, biergartens, cervejarias artesanais e a maior concentração de falantes de alemão fora da Europa. Um bate-volta que funciona especialmente bem no inverno, quando o clima mais frio reforça a atmosfera europeia.

Por que visitar Florianópolis no inverno?

Fora da alta temporada, a ilha revela seu lado mais tranquilo e autêntico. O clima ameno favorece as caminhadas, as trilhas ficam menos concorridas e as praias escondidas podem ser apreciadas com calma. É também a época ideal para explorar a cultura açoriana, a gastronomia local e os roteiros pelo interior catarinense, como o Vale Europeu, de forte influência alemã.

“O perfil de quem visita a capital catarinense está mudando. Assim como a Serra Gaúcha mostrou o tamanho do apelo do Sul do Brasil e se diversificou para receber turistas no verão, e Florianópolis segue o mesmo caminho ao oferecer natureza, cultura açoriana e gastronomia, atraindo turistas em qualquer estação do ano. Isso reforça seu posicionamento como um destino de experiências, e não apenas de sol e mar”, conclui Alexandre Oliveira.
Sobre a Civitatis

A Civitatis é a plataforma líder na venda de visitas guiadas, excursões e atividades em português e espanhol ao redor do mundo. Com um catálogo de experiências cuidadosamente selecionadas em mais de 4.200 destinos, a plataforma conecta, todos os meses, mais de 1,2 milhão de viajantes às melhores atividades locais.

Seu modelo se baseia em três pilares: simplicidadequalidade e excelência no atendimento. Por meio de uma equipe especializada que prioriza autenticidade e confiabilidade, a Civitatis garante uma oferta curada que já soma mais de cinco milhões de avaliações verificadas, com nota média de 9,1/10. Combinando tecnologia própria e curadoria humana especializada, a Civitatis se consolidou como a referência do setor na América Latina e Espanha, cumprindo sua missão de “completar a viagem” de milhões de pessoas ao redor do planeta.

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