Venda da aeronave, aquisição de cotas e uso de táxi aéreo estão entre as alternativas para adequar custos à demanda; Solojet Aviação também oferece possibilidade de rentabilizar o avião próprio na operação de táxi aéreo
São Paulo, outubro de 2026 – A alta do dólar e seu impacto sobre os custos da aviação executiva, incertezas quanto à incidência de IPVA e benefícios fiscais estão levando proprietários de aeronaves a rever sua estratégia de mobilidade para 2027.
Com despesas de manutenção, treinamentos, seguros e outros itens da operação atrelados à moeda americana, avaliar a frequência de uso de uma aeronave é um passo importante para identificar se a propriedade continua sendo a melhor opção ou se alternativas como o compartilhamento e o táxi aéreo podem atender à demanda com mais eficiência.
Sem contar que com o dólar em alta, vender uma aeronave no Brasil, pode ser uma boa oportunidade para capitalizar em reais.
Na Solojet Shares, empresa que oferece diferentes modalidades, o primeiro passo é analisar quantas horas a aeronave voa ao longo do ano e qual é a necessidade real de deslocamento. Para quem voa até 40 horas anuais, o táxi aéreo pode ser uma solução mais adequada.
Já para uma demanda em torno de 100 horas por ano, a aquisição de uma cota de aeronave deve ser considerada devido a garantia de disponibilidade e acesso à custos operacionais de proprietário exclusivo. Acima desse patamar, a propriedade passa a ser a alternativa a ser avaliada, de acordo com o perfil de utilização.
“A aeronave própria oferece autonomia e disponibilidade, mas também exige uma estrutura de custos que precisa ser compatível com a frequência de uso.
Em um cenário de dólar mais alto e por consequência os custos fixos, esse planejamento ganha ainda mais importância, porque despesas como a manutenção, treinamento e seguros são influenciadas pela moeda americana, mesmo quando o avião está parado”, afirma André Bernstein, CEO da Solojet Shares, que responde pelo principal foco do negócio, o compartilhamento, cuida do táxi aéreo e do segmento de compra e venda de aeronaves.
Uma aeronave que voa pouco continua gerando despesas com hangaragem, manutenção e outros compromissos necessários para mantê-la em condições de operação. Por isso, a decisão de vender pode fazer parte de uma revisão mais ampla da estratégia de mobilidade, com a escolha de uma alternativa ajustada às viagens previstas para o ano seguinte.
Na Solojet Shares é possível solicitar uma avaliação gratuita da aeronave em até 48 horas. Com presença no Brasil e nos Estados Unidos, também oferece a aeronave a compradores no mercado americano, ampliando as possibilidades de venda.
Durante o processo, a aeronave pode permanecer no hangar da Solojet Aviação, em Jundiaí (SP), onde a empresa também conta com oficina própria. A proposta é manter a aeronave em condições de voo e com a manutenção em dia enquanto é oferecida ao mercado, preservando suas condições de comercialização.
Para o proprietário que decidir migrar para o compartilhamento por meio do Solojet Shares, a empresa oferece ainda a possibilidade de converter o valor da hangaragem ou da comissão de venda em desconto na aquisição da cota.
“Nem sempre é necessário abrir mão da aviação executiva para reduzir despesas. Ao trocar a aeronave própria por uma cota ou utilizar o táxi aéreo em viagens pontuais, o cliente pode continuar contando com a agilidade do transporte aéreo e ajustar seus custos à demanda”, diz Bernstein.
Aeronave própria também pode gerar receita
Para os proprietários que desejam manter o avião, outra possibilidade é avaliar sua operação para integrá-la à operação de táxi aéreo da Solojet Shares. Nesse modelo, a aeronave pode ser utilizada em voos comerciais nos períodos em que estaria parada, gerando receita para contribuir com os custos de propriedade e operação.
A Solojet Aviação já atua no segmento de táxi aéreo e prevê triplicar sua frota nessa atividade até o fim de 2026, com a entrada de novas aeronaves na operação.
A Reforma Tributária abriu caminho para a cobrança de IPVA sobre aeronaves, com expectativa de implementação a partir de 2027. Aeronaves operadas sob uma operação certificada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), como táxi aéreo, por exemplo, são isentas de acordo com a Emenda Constitucional.
“A decisão depende do perfil de cada proprietário. Para alguns, faz sentido vender e adotar outra modalidade. Para outros, manter a aeronave e agregá-la no táxi aéreo pode ser uma forma de aproveitar melhor o ativo. O importante é fazer as contas e planejar a operação de acordo com a necessidade real de cada cliente”, afirma o executivo.
Sobre a Solojet Aviação
A Solojet Aviação atua no segmento de aviação executiva com serviços de compartilhamento de aeronaves, por meio do Solojet Shares, compra e venda, gerenciamento, manutenção, pintura e revitalização de interiores, além de táxi aéreo.
Por meio de sua oficina homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para diversos modelos de aeronaves executivas, a empresa também representa marcas internacionais voltadas ao aprimoramento de desempenho aeronáutico e atua como dealer oficial da Garmin no Brasil.
Com três hangares no Aeroporto de Jundiaí (SP), um hangar em Luís Eduardo Magalhães (BA) e um escritório na Flórida, nos Estados Unidos, reúne soluções integradas para a aviação de negócios.




