A Azul encerrou o processo de Chapter 11 nos EUA após aportes milionários de investidores e de outras companhias aéreas, mas a saída não significa que a empresa esteja em um momento positivo. O especialista em reestruturação de empresas e CEO da Excellance, Max Mustrangi, analisou os números mais recentes da empresa.
“É bom que eles estejam saindo da RJ, o Chapter 11 deixa a marca muito menos atraente para possíveis investidores, mas isso é apenas um passo dentro da reestruturação. É preciso uma reorganização dentro da companhia para que ela volte a gerar lucro e consiga não somente manter a operação, mas pagar dívida passada. Esse aporte foi um buy time que precisa ser aproveitado da melhor maneira pela empresa ou ela pode voltar a recorrer a este instrumento”, diz Mustrangi.
Max Mustrangi é especialista em reestruturação de empresas e CEO da Excellance. Antes, atuou como executivo chave na Votorantim Cimentos, Procter & Gamble, Natura, Unibanco e outras grandes empresas. Sem papas na língua, desafiando o status quo das empresas, Mustrangi já reestruturou mais de R$7.4 bi em 26 empresas, transformando a cultura e potencializando a geração de caixa das marcas. O CEO pode contribuir em pautas que abordem recuperação judicial e extrajudicial, falências, economia e macroeconomia, gestão empresarial, M&A, liderança e carreira






