MASP, Pão de Açúcar, Museu Nacional e Museu Oscar Niemeyer entraram esta semana em uma campanha que brinca com a paisagem urbana de quatro cidades icônicas no Brasil. Em filmes de FOOH — vídeos que simulam intervenções reais com computação gráfica —, carros de laboratório aparecem em pontos onde nenhum carro deveria estar: sobre a marquise do MASP, no cabo do bondinho, na cúpula branca de Niemeyer na Esplanada e no telhado do Museu Oscar Niemeyer.
Nenhuma das intervenções é real, e nenhum dos monumentos foi tocado. A brincadeira é justamente com o reflexo de todo mundo hoje: apontar o celular primeiro e conferir depois.
Os quatro pontos dão um roteiro pronto:
- São Paulo — MASP: o vão livre de 74 metros de Lina Bo Bardi, na Avenida Paulista, é o ponto de encontro mais fotografado da cidade.
- Rio de Janeiro — Pão de Açúcar: o bondinho sobe em dois trechos, com parada no Morro da Urca, e entrega a vista de Botafogo, Guanabara e Copacabana.
- Brasília — Museu Nacional da República: a cúpula branca de Oscar Niemeyer, na Esplanada dos Ministérios, é um dos volumes mais puros da arquitetura moderna brasileira.
- Curitiba — Museu Oscar Niemeyer: o “Museu do Olho”, com a estrutura amarela e o volume suspenso, é o símbolo visual da cidade.
A campanha é do serviço de atendimento domiciliar da Dasa, com as marcas Delboni, Sérgio Franco, Exame e Frischmann Aisengart, sob o conceito “Se a gente chegou aqui, a gente também chega aí”.
“Escolhemos lugares que fazem parte do dia a dia das pessoas e que elas já param para fotografar”, diz Flavia Drummond, diretora de marketing da Dasa. “É uma forma de criar conexão e, ao mesmo tempo, mostrar uma facilidade que as marcas da Dasa oferecem: o atendimento móvel, que vai até onde o cliente está.”




