Com atualização das regras para entrada de cães nos EUA, PETFriendly Turismo orienta tutores sobre documentação e planejamento para viajar com animais
São Paulo, agosto de 2026 – Viajar para os Estados Unidos com um animal de estimação exige atenção a uma série de regras sanitárias e procedimentos que podem variar de acordo com a espécie, o país de origem e o histórico de viagens do pet.
Em junho de 2026, a U.S. Customs and Border Protection (CBP) atualizou sua lista de verificação para a entrada de cães no país, reforçando pontos como documentação, vacinação, microchip, declaração do animal na chegada e possíveis inspeções.
A atualização ganha relevância para os brasileiros porque, atualmente, o Brasil é classificado pelos Estados Unidos como um país de baixo risco para raiva canina.
Isso torna o processo diferente daquele aplicado a animais provenientes de países considerados de alto risco, mas não significa que o tutor esteja dispensado de cumprir as exigências sanitárias.
Entre os requisitos destacados pelas autoridades estão a apresentação de um cão aparentemente saudável na chegada, idade mínima de seis meses, microchip compatível com os padrões internacionais, vacinação contra a raiva em dia e preenchimento do CDC Dog Import Form antes do embarque.
A complexidade do processo faz com que o planejamento seja uma das principais etapas de uma viagem internacional com animais. Além das exigências oficiais, o tutor precisa conciliar diferentes prazos e regras para garantir que o pet esteja apto tanto para embarcar quanto para entrar no país de destino.
Nesse cenário, empresas especializadas podem auxiliar na organização das etapas e na conferência das exigências aplicáveis a cada caso. A PETFriendly Turismo atua nesse segmento justamente com o objetivo de orientar tutores durante o planejamento de viagens nacionais e internacionais com animais de estimação.
Embora cães e gatos sejam considerados animais de companhia para fins de viagem internacional, as exigências de entrada nos Estados Unidos não são idênticas.
No caso dos cães, as regras sanitárias são mais rigorosas, principalmente em razão do controle da raiva. Dependendo das circunstâncias, o tutor precisa apresentar documentação específica, comprovação de vacinação e identificação por microchip, além de cumprir as determinações do CDC. O histórico de viagens do animal também pode influenciar os requisitos aplicáveis.
Para gatos, as regras federais americanas são, em geral, menos complexas. O CDC não estabelece, no âmbito federal, uma exigência geral de vacinação contra a raiva para gatos que entram nos Estados Unidos. Ainda assim, o animal pode estar sujeito a exigências adicionais do estado de destino, da companhia aérea ou das autoridades brasileiras responsáveis pela documentação de saída.
A diferença entre as espécies é justamente um dos pontos que pode gerar dúvidas entre os tutores. “O planejamento precisa ser individualizado. Não é possível considerar que a documentação utilizada para um cachorro será automaticamente a mesma para um gato. Além da espécie, é necessário analisar a origem do animal, o destino final, a rota, eventuais conexões e as regras da companhia aérea”, explica a Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo.
Na prática, isso significa que o planejamento de uma viagem internacional com um animal precisa considerar duas etapas distintas: a autorização sanitária e documental para a entrada no país e as condições estabelecidas pela empresa aérea para realizar o transporte.
Quanto tempo antes é preciso começar a preparação?
Apesar de parte da documentação ser emitida próxima à data do embarque, o planejamento não deve começar apenas na semana da viagem.
Para uma viagem aos Estados Unidos, uma antecedência de algumas semanas é recomendável para que o tutor tenha tempo de verificar a situação vacinal, identificar o animal quando necessário, consultar um veterinário, escolher a companhia aérea, providenciar a caixa adequada e conferir todos os documentos.
No caso dos cães, a atenção precisa ser ainda maior. A lista de verificação divulgada pela CBP em 2026 destaca que a documentação deve estar organizada antes do embarque e que alguns animais podem ser submetidos a inspeção na chegada.
“Cada viagem precisa ser analisada individualmente. O tutor deve considerar não apenas a documentação do animal, mas também a companhia aérea, a rota, as conexões e as regras do país de destino. Quando essas informações são organizadas com antecedência, é possível reduzir significativamente o risco de problemas no embarque ou na chegada”, finaliza Juliana.
Sobre a PETFriendly Turismo
Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais.
A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado.
Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal.
A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.




