Em meio ao crescimento do turismo internacional durante o verão europeu, a PETFriendly Turismo explica como preparar cães e gatos para viagens aéreas e minimizar os impactos das altas temperaturas
São Paulo, julho de 2026 – O verão europeu segue como um dos períodos de maior movimentação turística do mundo. A expectativa do setor é de que cerca de 40 milhões de passageiros passem pelos aeroportos da União Europeia durante os meses de julho e agosto, na comparação com os dois meses anteriores, intensificando o fluxo de turistas e a movimentação nos controles das fronteiras.
O cenário enfatiza a posição da Europa como um dos principais destinos da temporada e evidencia o aumento no número de viajantes que optam por levar seus animais de estimação nas férias.
Ao mesmo tempo, o continente enfrenta episódios cada vez mais frequentes de calor extremo, com temperaturas superiores a 40ºC em diversas regiões durante o verão. O cenário, que impacta diretamente a rotina dos viajantes, exige atenção especial daqueles que optam por viajar acompanhados de cães e gatos, já que os animais são muito mais sensíveis às altas temperaturas e podem sofrer rapidamente com desidratação, queimaduras nas patas e até quadros de hipertermia.
Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, explica que, antes mesmo do embarque, o transporte aéreo de cães e gatos exige planejamento antecipado.
As companhias aéreas adotam regras específicas para o transporte de animais, que podem variar conforme o porte do pet, o destino e o serviço contratado.
Em voos com destino à Europa, é comum que as empresas estabeleçam limites para o número de animais transportados por aeronave, além de exigirem reservas prévias, caixas de transporte que atendam aos padrões internacionais e o cumprimento de toda a documentação sanitária exigida pelo país de entrada.
Além das exigências burocráticas, os tutores também devem considerar o impacto das altas temperaturas durante o deslocamento. A exposição ao calor pode ocorrer não apenas no destino final, mas também durante o embarque, desembarque e conexões. Por isso, é recomendado escolher voos em horários mais amenos, garantir que o animal esteja bem hidratado antes da viagem, evitar alimentação em excesso imediatamente antes do embarque e consultar um médico-veterinário para avaliar as condições de saúde do pet e receber orientações específicas para um transporte seguro.
Para quem pretende aproveitar as férias ao lado dos pets, o planejamento deve ir além da documentação necessária para a viagem. A escolha de hospedagem pet friendly, a organização da rotina durante os deslocamentos e a adaptação da programação ao clima local são fatores fundamentais para garantir o bem-estar dos animais.
Um dos principais cuidados é evitar passeios e atividades ao ar livre entre 10h e 17h, período em que a incidência solar costuma ser mais intensa. Sempre que possível, os passeios devem ser realizados nas primeiras horas da manhã ou no início da noite, quando as temperaturas são mais amenas.
A hidratação também merece atenção constante. Durante toda a viagem, cães e gatos devem ter acesso permanente à água fresca, especialmente durante deslocamentos de carro, trem ou avião. Em viagens mais longas, recomenda-se realizar pausas frequentes para oferecer água e permitir que o animal descanse em locais ventilados.
Outro ponto de atenção é o contato das patas com pisos aquecidos. Asfalto, calçadas e areia podem atingir temperaturas capazes de provocar queimaduras em poucos segundos. Uma recomendação simples é realizar o teste com a palma da mão: se a superfície estiver quente demais para permanecer em contato por alguns segundos, também estará inadequada para o animal.
Durante deslocamentos de carro, o uso do ar-condicionado ajuda a manter a temperatura interna confortável. Os tutores jamais devem deixar cães ou gatos sozinhos dentro de veículos estacionados, mesmo por poucos minutos, já que a temperatura interna pode subir rapidamente e colocar a vida do animal em risco.
A alimentação também pode sofrer pequenas adaptações. Nos dias mais quentes, é comum que alguns pets apresentam redução do apetite. Por isso, oferecer refeições em horários mais frescos, manter os alimentos devidamente conservados e incentivar o consumo de água contribuem para preservar a saúde do animal durante toda a viagem.
‘’O turismo pet evoluiu significativamente nos últimos anos e hoje os viajantes buscam experiências em que os animais possam participar de toda a jornada. Isso fez com que o planejamento das viagens se tornasse mais criterioso, especialmente em destinos internacionais. A preparação antecipada permite que os tutores conciliem o cumprimento das exigências legais com o conforto e o bem-estar dos pets, tornando a viagem uma experiência positiva desde o embarque até o retorno’’, finaliza Juliana Stephani.
Sobre a PETFriendly Turismo
Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais.
A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado.
Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal.
A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.





