Levantamento da Biosfera Copastur aponta que o mercado não atinge sequer 70% de adesão às políticas de antecedência, deixando milhões na mesa devido à volatilidade tarifária
São Paulo, março de 2026 – A instabilidade econômica, as variações cambiais e o custo dos combustíveis têm transformado o planejamento logístico no maior aliado dos orçamentos corporativos. Um levantamento inédito realizado pela Biosfera Copastur, empresa com mais de 50 anos de bagagem em gestão de viagens e eventos corporativos na América Latina, comprovou que o planejamento é a principal ferramenta para mitigar a volatilidade do mercado aéreo.
Segundo os dados da agência, compras de passagens aéreas realizadas com mais de 21 dias de antecedência reduzem o ticket médio em mais de 60%, com destaque especial para os setores de Tecnologia e Serviços.
O estudo revela uma discrepância financeira clara: bilhetes emitidos em prazos curtos (de 1 a 7 dias) apresentam um ticket médio geral na faixa de R$ 2.318 a R$ 2.349 (sem taxas), enquanto nos bilhetes emitidos com mais de 21 dias de antecedência esse valor despenca para a faixa de R$ 736 a R$ 1.108.
Apesar da clareza dos números, as empresas ainda falham na execução. “Os principais segmentos do mercado não atingem 70% de adesão à política de antecedência nas emissões. Nossa análise para 2026 demonstra que, mesmo sem 100% de conformidade, planejar apenas 7 a cada 10 emissões já gera uma redução drástica nos custos, protegendo a empresa da volatilidade”, explica Edmar Mendoza Bull, CEO da Biosfera Copastur.
A agência reforça que a adoção de tecnologias e inteligência de dados, como a oferecida por sua plataforma própria Zuri e o SuperApp C+ é essencial para criar travas sistêmicas e alertas que ajudem os gestores a garantirem a antecedência das emissões sem engessar as operações críticas das empresas, sempre respeitando as políticas.






