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Um Mundo Diferente nos Estados Unidos

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O segmento de eventos corporativos é um importante braço de negócios para as TMC´s ABRACORP. A logística de um evento corporativo é bem diferente das viagens corporativas tradicionais, aquelas do dia-a-dia das empresas.

Se no tradicional business travel, o modelo no Brasil já se diferencia muito, especialmente no tocante à disponibilidade de conteúdos, no segmento de eventos podemos encontrar diferenças mais agudas ainda. Conversando com a CH TRAVEL, DMC que gerenciou, em 2018, 122 eventos oriundos do Brasil e outros países da América do Sul, movimentando cerca de 4.000 pessoas que viajaram desses países para os Estados Unidos, tiramos alguns aprendizados:

TOMADA DE PREÇOS E CONCORRÊNCIA

As DMC’s, de praxe, cobram uma taxa, variável conforme o tamanho do evento e o número de pessoas envolvidas. Esses valores são deduzidos quando do pagamento final do evento. Mas um ponto fundamental é o orçamento. Ele é a base para que a DMC possa buscar, no mercado, as melhores alternativas para o cliente. Será muito difícil para uma DMC obter uma proposta sem que se saiba, antes, o orçamento do projeto. Diferentemente do Brasil, onde os clientes costumam convidar de 5 a 10 TMC´s e casas de incentivo para concorrências, nos EUA, geralmente, são chamadas três empresas. Mais do que isso, o mercado local chama de “SHOPPING AROUND”, não sendo, nesse caso, o processo visto com seriedade pelo mercado fornecedor.

FORMAS DE PAGAMENTO

Os serviços e bloqueios somente são confirmados com algum depósito, que oscila entre 10% a 25% do volume total, de acordo com o supplier, o montante do negócio e a antecipação da operação. Mas em todos os casos, o pagamento total antecipado é exigido. Todos os suppliers aceitam os pagamentos com cartões de credito. Há um consenso no mercado sobre a senioridade dos profissionais que solicitam os orçamentos, tanto na parte do cliente final como na parte das agências. Há clareza na definição de prazos, follow-ups e, principalmente, feedbacks. No Brasil, é muito comum as agencias sequer terem algum feedback sobre os processos. Isso, nos EUA, é inaceitável e inadmissível. Mas ponto fundamental e balizador de tudo é o orçamento. A falta desse é um limitador fatal, que inviabiliza qualquer projeto.

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