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Brasil e Uruguai alinham agenda do turismo para 2020

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Autoridades dos países debateram estratégias para fomentar o turismo internacional e reduzir burocracias entre as nações

Em mais uma importante agenda durante sua visita à Argentina, Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, reuniu-se, nesse domingo (6), com a ministra do Turismo uruguaio, Liliam Kechichian. Na ocasião, eles discutiram a agenda positiva para facilitar as relações turísticas entre ambos os países, além de medidas para facilitar a vinda de investimento estrangeiros para a região.

“Precisamos alinhar nossas medidas e tornar o cone sul uma região mais receptiva ao turista a às empresas que investem e movimentam o setor. Assim poderemos tirar os gargalos burocráticos e permitir que sejamos referência em políticas turísticas no mundo”, afirmou Gilson Machado Neto, que está em Buenos Aires participando da Feira Internacional de Turismo, FIT Argentina.

O presidente da Embratur explicou o novo momento do turismo brasileiro, no qual o país incentivará o ecoturismo e será um campo fértil ao investimento estrangeiro e nacional no setor. “Temos seis biomas, uma biodiversidade única e sem desastres naturais. Queremos que o turista uruguaio e de todo o mundo contemplem nossas belezas. Isso sem falar de nossa cultura e gastronomia que completam esse pacote”.

Gilson detalhou ainda que o Brasil está atraindo o mercado de cruzeiros marítimos para a sua costa. Segundo ele, países como Uruguai e Argentina devem ser parceiros nessa medida, já que as rotas internacionais muitas vezes saem da orla brasileira e seguem para o oceano pacífico dos países vizinhos.

“Poderíamos pensar até em uma legislação única para os países do Mercosul. Marcos regulatórios diferentes entre os nossos países afastam a vinda destes cruzeiros”, completou.

A ministra Liliam Kechichian concordou com Gilson e indicou que os turistas chineses deverão ser a prioridade de ambos. Ela detalhou ainda que os turistas brasileiros vão em bom número ao Uruguai e que a gastronomia e os cassinos são os principais focos.

Redução de taxas aeroportuárias

Outro ponto abordado por Gilson Machado Neto foram as altas taxas aeroportuárias praticadas por aeroportos na divisa entre os países. “Definitivamente precisamos estudar e colocar taxas com valores regionais nessas situações. Seria mais um incentivo em nossas relações turísticas”, encerrou.

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